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Central de Diagnóstico de Parnaíba completa um ano com mais de 30 mil exames realizados

Ao todo, foram realizados 32.372 exames em 2025, facilitando o acesso e descentralizando da saúde do Piauí

Em um ano de funcionamento, a Central de Diagnóstico de Parnaíba já realizou mais de 32.000 exames, entre procedimentos laboratoriais, raios X, ultrassonografias e mamografias, consolidando a unidade como um equipamento estratégico para a saúde pública, promovendo acesso, qualidade e dignidade no atendimento à população de Parnaíba e de toda a região da Planície Litorânea, que abrange também os municípios Buriti dos Lopes, Bom Princípio, Caxingó, Cajueiro da Praia, Cocal da Estação, Cocal dos Alves, Ilha Grande, Joaquim Pires, Luís Correia e Murici dos Portelas.

Inaugurada em janeiro de 2025, a central é gerida pelo Instituto Saúde e Cidadania (Isac), com apoio da Secretaria da Saúde do Piauí (Sesapi), e atende, gratuitamente, toda a população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o diretor técnico da unidade, Breno Guimarães, a redução do tempo de espera representa um ganho expressivo na assistência à saúde e um avanço importante para a saúde pública da região.

“Exames como a ultrassonografia obstétrica com Doppler, por exemplo, são fundamentais para o acompanhamento adequado da gestação. Hoje, conseguimos oferecer esse serviço de forma mais rápida e próxima à população, o que antes não era possível”, destaca o diretor.

Foto: Ascom Sesapi

Ampliação dos serviços e especialidades

Segundo Yasmin Soares, gerente da Central de Diagnóstico de Parnaíba, em um ano, a unidade implementou e ampliou vários serviços, refletindo o compromisso com a melhoria contínua do atendimento à população.

“Estamos constantemente avaliando as necessidades dos pacientes. A chegada do otorrinolaringologista e a oferta de exames que antes tinham longas filas de espera demonstram o quanto a Central vem evoluindo e se consolidando como referência regional”, afirma a gerente.

Além da implantação do atendimento presencial em otorrinolaringologia por meio do Programa Mais Médicos Especialistas (PMME), a unidade também participou do Projeto Amei (Atendimento Médico Especializado Itinerante), onde realizou cerca de 300 atendimentos voltados para a prevenção e o rastreamento de câncer de pele, de próstata e do colo do útero, e passou a realizar a implantação do Dispositivo Intrauterino (DIU), método contraceptivo feminino seguro, eficaz e de longa duração, de pacientes encaminhadas pelo Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), também gerido pelo Isac.

O primeiro ano de atividades também foi marcado pela inauguração da nova Sala de Coleta Infantil com a ambientação “Fundo do Mar”, tornando a coleta de sangue mais acolhedora e tranquila para as crianças, e pela maior inclusão, acessibilidade e segurança aos pacientes com necessidades especiais durante a realização de exames de raio-X com o projeto RadInclui, ampliando o leque de especialidades ofertadas e fortalecendo a resolutividade.

Foto: Ascom Sesapi

Redução do tempo de espera

A unidade se destaca como peça fundamental no processo de descentralização dos serviços de saúde, integrando o programa Piauí Saúde Digital e oferecendo à população exames com tecnologia avançada, agilidade e qualidade. A rapidez na entrega dos resultados, com laudos de exames de imagem disponibilizados em até 24 horas por meio do aplicativo é o principal destaque nesse primeiro ano de funcionamento, proporcionando maior eficiência no diagnóstico.

Todos os atendimentos são realizados gratuitamente, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, exceto feriados, garantindo acesso contínuo, organizado e humanizado aos serviços de saúde. É espontâneo para a especialidade de Clínica Médica, enquanto que para as outras 14 especialidades disponíveis é necessário o encaminhamento do clínico geral, o que pode ser realizado logo após o primeiro atendimento.

A ultrassonografia com Doppler está entre os avanços significativos na ampliação do acesso a exames de alta complexidade, pois, antes da implantação da central, os pacientes precisavam aguardar até um ano para realizar o exame e, muitas vezes, precisavam se deslocar até Teresina para a realização do procedimento.

 

 

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