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Lacen recebe novo equipamento, amplia teste do pezinho e reforça triagem neonatal no Piauí

Atualmente, com os investimentos realizados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), o laboratório alcançou a capacidade de análise de até 4 mil amostras mensais.

O Laboratório Central de Saúde Pública Dr. Costa Alvarenga (Lacen-PI) passou a contar com um novo equipamento de alta tecnologia que amplia e qualifica as análises realizadas na rede estadual de saúde. Com a novidade, o número de doenças identificadas no teste do pezinho foi ampliado de 6 para 10, fortalecendo a triagem neonatal no estado.

O Genetic Screening Processor (GSP), que custou R$ 2,4 milhões, foi adquirido por meio do Projeto Pilares do Desenvolvimento Humano (PDH-BIRD), financiado pelo Banco Mundial, e deve fortalecer a capacidade laboratorial do estado no processamento das amostras do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN). O equipamento também permite que as amostras recebidas pelo laboratório sejam analisadas para galactosemias, deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), toxoplasmose congênita e dosagem de T4.

Foto: Ascom Sesapi

“É uma aquisição que fortalece a saúde pública do estado do Piauí na triagem neonatal, ampliando a cobertura do nosso teste do pezinho no âmbito do SUS”, afirma Leila Santos, superintendente de Atenção Primária à Saúde e Municípios da Sesapi.

Atualmente, com os investimentos realizados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), o laboratório alcançou a capacidade de análise de até 4 mil amostras mensais no setor de triagem neonatal, com um tempo médio de 10 dias para a liberação dos resultados.

Foto: Ascom Sesapi

“Esse equipamento impacta diretamente na nossa capacidade de diagnóstico, no tempo de resposta e na qualidade dos exames laboratoriais e dos nossos laudos, refletindo diretamente na qualidade da saúde pública do Piauí”, explica Janayna Batista, coordenadora do setor de triagem neonatal e erros inatos do metabolismo do Lacen-PI.

“Com essa ampliação, temos crianças com diagnósticos mais rápidos, o que permite uma resposta mais efetiva dos serviços de saúde no acompanhamento desses pacientes e evita complicações mais graves”, destaca Fabrício Amaral, diretor do Lacen-PI.

Foto: Ascom Sesapi

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