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Centro de Parto Normal da Nova Maternidade oferece assistência humanizada e incentiva autonomia durante o parto

Serviço atende gestantes de risco habitual, com possibilidade de vinculação a partir da 34ª semana de gestação.

O Centro de Parto Normal (CPN) da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa (NMDER) oferece assistência às gestantes de risco habitual durante o trabalho de parto e o nascimento, com foco no acolhimento, na autonomia e no respeito às escolhas da mulher. O processo de vinculação ao CPN pode ser iniciado a partir da 34ª semana de gestação, ainda durante o pré-natal.

O serviço conta com acompanhamento de enfermeiras obstetras e estrutura preparada para proporcionar conforto e segurança, com recursos como banheira, chuveiro com água morna, bola, banqueta e cavalinho, além de métodos não farmacológicos para alívio da dor, incluindo massagens, banho morno e exercícios.

Foto: Ascom NMDER

Segundo a supervisora do CPN, Keliane Brito, o acesso ao serviço começa na Unidade Básica de Saúde (UBS) onde a gestante realiza o pré-natal. Nesse momento, ela deve manifestar o desejo de ter o bebê no Centro de Parto Normal e solicitar o encaminhamento para a consulta de vinculação. Na NMDER, a gestante passa por uma avaliação com a enfermeira obstetra, conhece a estrutura do serviço e recebe orientações sobre o trabalho de parto e a elaboração do plano de nascimento, documento no qual pode registrar suas preferências para o nascimento.

“Queremos muito que todas as mulheres possam ter uma experiência positiva de parto. O nosso CPN proporciona isso por meio de uma assistência respeitosa e qualificada e pela nossa estrutura aconchegante e equipada”, destaca Keliane Brito.

Foto: Ascom NMDER

A proposta de oferecer uma assistência individualizada também permite que a mulher participe das decisões relacionadas ao nascimento. Foi o que vivenciou Francilene Miranda Costa, de 26 anos, moradora de Colônia do Gurguéia e mãe de Anna Liz Miranda Ferreira. Ela chegou ao CPN por indicação de duas enfermeiras obstetras que acompanhavam seu pré-natal e realizou previamente a vinculação ao serviço.

Durante o nascimento da filha, Francilene pôde escolher a posição em que se sentia mais confortável, além de optar por música e iluminação baixa e pela participação do pai no corte do cordão umbilical. “Eu pude fazer tudo o que eu quis, tive minha filha na posição em que me senti mais à vontade”, relata.

Foto: Ascom NMDER

Para Francilene, o acolhimento recebido durante o parto foi um dos principais diferenciais da experiência. “Fui muito bem recepcionada. O parto foi tranquilo e muito humanizado. Fui muito bem acolhida, minhas dúvidas foram esclarecidas e fui encorajada. Foi muito bom, super indico para todas as mulheres que pensam em ter parto normal”, acrescenta.

Foto: Ascom NMDER

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