Pedro Henrique de Oliveira, aluno do 8º período do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), participou de uma audiência pública no Senado Federal, representando o Crefito-14 Estudante. Atualmente presidente do projeto, ele atuou como porta-voz dos estudantes de Fisioterapia, dialogando com senadores, deputados federais e representantes de conselhos e sindicatos da área.
A participação ocorreu no último dia 25 de março foi viabilizada por meio do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito), do Crefito-14 (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 14ª Região) e do Sinfito-PI (Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Estado do Piauí). Além de Pedro Henrique, uma estudante de Terapia Ocupacional também foi selecionada para representar os discentes.

Para o estudante, o evento representou um momento significativo na trajetória acadêmica, ao possibilitar a vivência direta em espaços de discussão e construção de políticas públicas, além da oportunidade de representar a Uespi em âmbito nacional.
“Estar no Senado Federal, numa audiência pública, foi impreterível na minha formação acadêmica em poder falar e representar os estudantes de Fisioterapia do Estado do Piauí e, consequentemente, do Brasil, por meio da Uespi, e como isso é importante para poder sensibilizar os senadores e deputados federais para a aprovação da PL 1731/2021 e uma forma de o estudante estar à frente na gestão pública, podendo falar um pouco sobre as ações de estudante que a gente pode atuar no Conselho”, destaca o acadêmico.

Durante a audiência, Pedro Henrique defendeu a importância da aprovação do Projeto de Lei nº 1731/2021, que trata do piso salarial de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Em sua fala, destacou a relevância da valorização profissional e da garantia de condições dignas de trabalho para a categoria.
O acadêmico integra o projeto há cerca de dois anos, sendo mais de seis meses na presidência do Crefito-14 Estudante. Sua participação no evento reforça o protagonismo estudantil nas discussões sobre políticas públicas voltadas à área da saúde.
