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Médicos intensivistas de seis municípios participam de capacitação sobre morte encefálica

A oficina tem como objetivo capacitar os médicos a fazerem uma identificação adequada de casos de morte encefálica na rede estadual de saúde.

Médicos intensivistas de seis municípios do Piauí participam, neste sábado (7), no Hotel Arrey, em Teresina, do curso de “Determinação da Morte Encefálica”. A ação encerra o ciclo de capacitações do Ministério da Saúde no estado e visa dar mais segurança e agilidade ao processo de doação de órgãos, através da qualificação técnica.

A oficina tem como objetivo capacitar os médicos a fazerem uma identificação adequada de casos de morte encefálica na rede estadual de saúde, explicando critérios e normativas legais que determinam o diagnóstico correto.

Foto: Ascom Sesapi

“Os programas de educação continuada e de capacitações são a grande mola mestre que impulsionam os programas de transplante em todo o mundo, como o caso da Espanha ou de Santa Catarina. Trazer isso para nosso estado possibilita a melhoria e expansão do serviço já existente, atingindo o objetivo do Ministério da Saúde de qualificar cada vez mais esse processo no Brasil”, ressaltou o coordenador da Central de Transplantes do Maranhão, Hiago Sousa Bastos.

Os profissionais que participaram da capacitação fazem parte do quadro atuante em unidades hospitalares com o serviço de terapia intensiva, como Teresina, Campo Maior, Parnaíba , Picos, Floriano e Piripiri.

Foto: Ascom Sesapi

Ingrid Leal Araújo, diretora técnica do Hospital Regional Tibério Nunes em Floriano, destaca que os conhecimentos trabalhados no curso são essenciais para a rede estadual ter profissionais mais capacitados a atuar em todas as etapas do processo de doação.“São protocolos e informações atualizados que serão repassados para médicos que atuam por todo o estado, então teremos profissionais capazes de levar esse conhecimento para o interior do Piauí e ajudar a desenvolver a área da doação nos seus locais de atuação”.

Foto: Ascom Sesapi

Itto Galandor é médico e atua na terapia intensiva do Hospital Regional Justino Luz e do Novo Hospital Regional de Picos. Para ele, a qualificação ajuda a formar profissionais para disseminar esse conhecimento e aumentar a capacidade de fazer o diagnóstico. “Foram capacitações que permitiram a nós entender todo o processo da doação, bem como fatores determinantes para que esse processo pudesse ocorrer. Com médicos e enfermeiros qualificados nesses dois dias, temos recurso pessoal para ajudar a expandir o serviço de doação, abrindo um outro olhar na medicina”, finalizou.

Foto: Ascom Sesapi

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