A Secretaria do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (Sasc), por meio da Superintendência de Igualdade Racial e Povos Originários, realizou, nesta sexta-feira (27), no Centro de Educação em Tempo Integral (Ceti) Desembargador Heli Sobral, bairro Mocambinho, o Projeto Cultura de Paz Sem Racismo nos espaços educacionais. O objetivo é promover uma cultura de paz com ações educativas, culturais e formativas para enfrentar o racismo, valorizar a diversidade étnico-racial e fortalecer o respeito, a justiça social e a convivência democrática.
Em setembro de 2025, o projeto contemplou algumas unidades da zona norte da capital, como a Unidade Escolar José Mendes Olimpio de Melo (Premen Norte), (Ceti) Zacarias de Gois (Liceu Piauiense), Ceti Benjamim Baptista, Ceti Pequena Rubi e Ceti Helvídio Nunes. Já na zona sul, o projeto ocorreu no Ceti Lourival Parente, Ceti João Henrique de Almeida Sousa e Ceti Nossa Senhora da Paz. No mês de outubro, o projeto percorreu a leste de Teresina, sendo realizado no Ceti Professor José Amável. E na zona sudeste, serão agraciadas as unidades: Ceep José Pacífico de Moura Neto e o Ceti Professora Júlia Nunes Alves.
Em 2026, a primeira escola a receber o Projeto, é o CETI Desembargador Heli Sobral, no Mocambinho. Durante a visita, os alunos tiveram uma conversa com o diretor de Igualdade Racial e Povos Originários da Sasc, professor José Bispo. A previsão é que ao longo deste ano, mais unidades escolares sejam agraciadas com o Projeto Cultura de Paz Sem Racismo.

Segundo a superintendente de Igualdade Racial e Povos Originários da Sasc, Assunção Aguiar, o projeto desenvolvido em escolas públicas estaduais pretende combater práticas de racismo, discriminação e preconceito no ambiente escolar, promovendo o diálogo, a escuta ativa e a mediação de conflitos, fortalecer a identidade e a autoestima de crianças e adolescentes negros, indígenas e de comunidades tradicionais.
“A iniciativa também realiza a capacitação de educadores, gestores, professores e toda comunidade escolar, bem como as lideranças estudantis para atuarem como agentes multiplicadores da cultura de paz e da equidade racial, além de incentivar o protagonismo juvenil na construção de ações culturais, artísticas e educativas voltadas para a igualdade racial e os direitos humanos”, explicou.
