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Seis estudantes das Turmas ITA/IME Seduc participam de semana de imersão acadêmica na Fundação Getúlio Vargas

A participação dos estudantes integra a política estadual voltada à identificação e ao desenvolvimento de talentos acadêmicos por meio de olimpíadas científicas, bolsas de incentivo e turmas de alta performance.

Seis estudantes das Turmas ITA/IME Seduc, do Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) Governador Dirceu Mendes Arcoverde, em Teresina, estão participando do Curso de Verão da Seleção de Talentos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. A iniciativa promove uma semana de imersão acadêmica em um ambiente universitário de excelência, reunindo jovens de alto desempenho de diferentes regiões do país.

Diferente de cursos abertos, o Curso de Verão da FGV funciona como um selo de distinção acadêmica, ao selecionar alunos medalhistas de olimpíadas científicas nacionais e estudantes com histórico escolar de excelência. Para os participantes, a experiência permite vivenciar a cultura da instituição, construir networking com professores e pesquisadores renomados e conviver com outros jovens com perfil semelhante de dedicação e ambição acadêmica.

Para quem sonha com o ingresso no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e no Instituto Militar de Engenharia (IME), a experiência atua como um importante catalisador. O nível de exigência das aulas se aproxima dos desafios enfrentados nas fases finais das olimpíadas e nos vestibulares mais concorridos do país, estimulando o raciocínio lógico, além da aplicação de fórmulas e oferecendo contato inicial com conteúdos como cálculo e álgebra linear.

Os seis estudantes embarcam em Teresina para a imersão acadêmica da Fundação Getúlio Vargas. Foto: Ascom Seduc.

Entre os estudantes participantes, está Kayo Gustavo Lopes da Costa. “Espero aprender conteúdos e desenvolver habilidades que sejam úteis para a minha jornada rumo ao ITA e ao IME. Quero aprimorar meu raciocínio lógico, aprofundar minha base em matemática e conhecer novas formas de estudar e resolver problemas que possam fortalecer minha preparação e ampliar minha visão acadêmica”, afirmou.

Kayo Gustavo Lopes da Costa participa do Curso de Verão da Fundação Getúlio Vargas. Foto: Ascom Seduc.

Já Aíke de Jesus Alves Cunha, também aluno do Ceti Governador Dirceu Mendes Arcoverde, ressaltou o valor da iniciativa para sua formação. “Me sinto muito contente e grato pela oportunidade de estar em um ambiente como o da imersão da FGV. É uma chance muito importante de estabelecer novos vínculos com a matemática e com os alunos que buscam ir além no desenvolvimento dos conhecimentos”, destacou.

Aíke de Jesus Alves durante a imersão acadêmica na Fundação Getúlio Vargas. Foto: Ascom Seduc.

A participação dos estudantes integra a política da Secretaria de Estado da Educação do Piauí (Seduc/PI) voltada à identificação e ao desenvolvimento de talentos acadêmicos por meio de olimpíadas científicas, bolsas de incentivo e turmas de alta performance. “Esses seis estudantes representam o potencial da nossa rede estadual. Ao criar condições para que alunos das Escolas Seduc cheguem a instituições como a FGV, o Estado amplia oportunidades, reduz desigualdades e transforma trajetórias de vida por meio da educação”, concluiu o secretário de Estado da Educação, Rodrigo Torres.

Durante a programação, os estudantes têm acesso a conteúdos multidisciplinares avançados, que vão além da revisão do Ensino Médio. As atividades incluem tópicos de matemática e lógica, como probabilidade, teoria dos jogos e teoria dos números; introdução à computação, ciência de dados, inteligência artificial e visualização de dados; além de aulas nas áreas de humanidades, economia, direito e oficinas de língua portuguesa e redação.

Estudantes do CETI Governador Dirceu Mendes Arcoverde no pátio da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Foto: Ascom Seduc.

A imersão também proporciona contato direto com a elite acadêmica, com aulas ministradas por professores da FGV e de instituições parceiras, permitindo que os alunos dialoguem com pesquisadores, autores de livros e formuladores de questões de olimpíadas científicas. A rotina intensa, que ocupa manhãs e tardes, simula o dia a dia universitário e fortalece a autonomia intelectual e a resiliência cognitiva dos participantes.

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