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Piauí avança na gestão ambiental com cinco novos planos de manejo em unidades de conservação

As novas áreas contempladas são da Cachoeira do Urubu, Nascentes do Rio Longá, Lagoas do Nazaré, Nascentes do Rio Canindé e Ingazeiras.

O Piauí acaba de dar um passo importante na consolidação da sua política ambiental. A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) publicou cinco novos planos de manejo de unidades de conservação estaduais — documentos fundamentais para garantir o uso sustentável e a proteção de áreas naturais.

Foram contempladas as áreas de Proteção Ambiental (APAs) da Cachoeira do Urubu, Nascentes do Rio Longá, Lagoas do Nazaré, Nascentes do Rio Canindé e Ingazeiras. Cada uma delas abriga ecossistemas únicos e comunidades tradicionais que dependem diretamente desses territórios para viver.

 

(Foto: Ascom Semarh)

O plano de manejo reúne informações sobre o território — desde aspectos culturais e sociais até os recursos naturais e biológicos — e define com clareza o que pode e o que não pode ser feito nessas áreas. Segundo os técnicos da Semarh, o documento serve de referência para licenciamento ambiental, autorizações e projetos de reposição florestal, dando mais segurança e agilidade à gestão pública.

(Foto: Ascom Semarh)

O gerente de Unidades de Conservação da Semarh, José Neto, destacou a importância do processo participativo. “Esses planos foram construídos com muitas mãos. As comunidades que vivem dentro das APAs participaram de reuniões, oficinas e momentos de escuta. Não foi um documento feito de cima para baixo, mas com quem conhece de fato o território, os desafios e quer protegê-lo”, afirmou.

Além de atender uma exigência legal, prevista nas legislações federal e estadual, a publicação dos planos de manejo fortalece o compromisso do governo do Piauí com a gestão sustentável e democrática do meio ambiente.

O secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Feliphe Araújo, reforçou esse compromisso. “Esse é um avanço concreto na política ambiental do Estado. Estamos garantindo instrumentos técnicos que protegem o patrimônio natural e, ao mesmo tempo, valorizam as pessoas que vivem nesses territórios. A Semarh trabalha para unir preservação e desenvolvimento sustentável”, destacou.

 

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